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Antes de inaugurar um novo produto, serviço ou uma ação institucional, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) busca compreender quais são as necessidades dos seus públicos de interesse – como os operadores do direito e os cidadãos em geral – e qual é o potencial impacto positivo da iniciativa. Entretanto, o processo só se completa quando os próprios usuários dos produtos ou serviços se manifestam, contribuindo, dessa forma, para a constante melhoria das atividades do tribunal.
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Disponíveis de forma permanente e estruturadas com questões simples e diretas, as pesquisas tomam pouco tempo do participante. Algumas perguntas são objetivas e buscam aferir aspectos como a qualidade do serviço e o grau de satisfação do usuário; outras oferecem a possibilidade de registrar comentários, mas não são obrigatórios.
Veja o vídeo produzido pela Coordenadoria de TV e Rádio do STJ sobre as pesquisas de satisfação:
Avaliações ajudam a melhorar serviços e aprimorar funcionalidades
Segundo a ouvidora auxiliar substituta do STJ, Valéria Ferraz Guimarães, além das pesquisas oferecidas no portal do tribunal, são realizadas enquetes com públicos específicos, a exemplo dos usuários externos do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e do suporte de informática. Nesses casos, explica a servidora, é enviado um link específico para quem utilizou o serviço.
De acordo com Valéria Guimarães, outras iniciativas do STJ utilizam formulário próprio para aferir a satisfação dos participantes, como os projetos Museu-Escola, Despertar Vocacional Jurídico e Saber Universitário.
Além disso, Valéria lembra que as avaliações dos usuários contribuem para a identificação de erros, inconsistências e eventuais indisponibilidades dos serviços do STJ.