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Zanin pediu afastamento da ação considerada mais robusta pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra Jair Bolsonaro na Justiça eleitoral – a que trata sobre o sistema de desinformação. A ação discute o uso indevido de meios de comunicação, por meio do uso de redes sociais pela campanha de Bolsonaro e Braga Netto no segundo turno das eleições presidenciais para, de forma sistemática, difundir notícias falsas ou gravemente descontextualizadas em prejuízo dos adversários e da normalidade eleitoral.
Na outra ação que Zanin pediu renúncia, a coligação de Lula e Alckmin requer a investigação de Bolsonaro e seu vice, o general da reserva Walter Braga Netto, pelo uso da máquina pública com o intuito de angariar votos e influenciar eleitores. De acordo com a petição apresentada na Justiça Eleitoral, Bolsonaro utilizou-se do cargo de presidente da República para promover políticas públicas e liberar recursos em programas sociais do governo de forma a beneficiá-lo nas eleições.
Ao longo da sabatina, o advogado foi questionado sobre sua carreira, sua amizade com o presidente Lula e suas posições em relação a temas como combate ao uso de drogas, aborto e casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aos senadores, ele disse que entende que não cabe ao STF legislar. “Esse papel é do Congresso Nacional”, afirmou.