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Moraes ainda ressaltou que, mesmo a Jovem Pan, sendo uma mídia tradicional, ela foi usada como “verdadeiro braço político” e que a entrevista de Gabrilli serviu para abastecer toda a rede das milícias digitais. O ministro lembrou ainda que o entrevistador começou a conversa criticando o TSE. “Esse é um caso interessante de como a mídia tradicional pode ser instrumentalizada e permitir instrumentalizar o modus operandi das milícias digitais”, afirmou.
A defesa dos parlamentares alegou perda de objeto – uma vez que a eleição de 2022 encerrou-se e Lula foi diplomado. No entanto, o argumento não prosperou no TSE por conta da multa. No mérito, os advogados alegaram se tratar da reprodução de um conteúdo jornalístico, portanto, sem desinformação ou valoração sobre o ocorrido.
Processo: 0601307-62.2022.6.00.0000