Ouvidoria do TRF4 participa de posse dos novos ouvidores e ouvidoras do TJRS (28/04/2026)

Sumário do Artigo

Notícias do TRF4.

Representando a Ouvidoria do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), a juíza federal Marina Vasques Duarte, que é a ouvidora da Mulher da Justiça Federal do Rio Grande do Sul (JFRS), participou da solenidade de posse dos novos ouvidores e ouvidoras do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). A cerimônia foi realizada na tarde desta terça-feira (28/4) na sede do TJRS, em Porto Alegre, e foi conduzida pelo presidente da corte estadual gaúcha, desembargador Eduardo Uhlein.

No evento, tomaram posse o desembargador André Luiz Planella Villarinho, como o novo ouvidor-geral, e o desembargador Roberto Carvalho Fraga, como ouvidor-geral substituto. A desembargadora Rute dos Santos Rossato também tomou posse como a nova ouvidora da Mulher, das Pessoas LGBTQIAPN+ e das Pessoas em Situação de Vulnerabilidade. A juíza Mariana Bezerra Salamé assumiu como ouvidora substituta da Mulher, das Pessoas LGBTQIAPN+ e das Pessoas em Situação de Vulnerabilidade.

Os magistrados foram eleitos para as funções na Ouvidoria em votação inédita na história do TJRS, com a participação dos desembargadores do Pleno.

Ao assumir a função, a nova ouvidora da Mulher, das Pessoas LGBTQIAPN+ e das Pessoas em Situação de Vulnerabilidade do TJRS falou da importância do espaço em um momento em que cresce a violência contra as mulheres e as populações mais vulneráveis.

“Todos devem ser ouvidos sem julgamentos preconceituosos ou discriminação, com respeito e empatia, sem correr o risco de serem menosprezados. É de suma importância saber ouvir, sob pena de se incorrer em revitimização ou, nos casos mais graves, na prática de violência institucional”, afirmou a desembargadora Rute.

O novo ouvidor-geral do TJRS também destacou a importância dos canais abertos ao público pelas Ouvidorias, lembrando que esse sistema de acolhimento também é usado pelas empresas privadas na relação com seus clientes.

“A Ouvidoria é o canal de comunicação com nosso jurisdicionado, possibilitando à instituição o aperfeiçoamento e correção, quando for o caso, da nossa atividade-fim”, disse o desembargador Villarinho.

 

Com informações da Assessoria de Comunicação do TJRS

Fonte (Artigo Original): https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&id_noticia=30081

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