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Ainda de acordo com o comunicado, o processo legal se inicia com um compromisso de financiamento de US$ 950 milhões do grupo de credores da Abra, controladora da Gol e da Avianca. O financiamento, prossegue a empresa, “está sujeito à aprovação judicial e, juntamente com o caixa gerado pelas operações em curso, fornecerá liquidez substancial para apoiar as operações, que seguem normalmente, durante o processo de reestruturação financeira”.
A companhia garante que os voos de passageiros, voos de carga da GOLLOG, o programa de fidelidade Smiles, assim como outras operações, seguem normalmente.
O objetivo, segundo a empresa, é utilizar o processo de recuperação judicial para “reestruturar suas obrigações financeiras de curto prazo e fortalecer sua estrutura de capital para ter sustentabilidade no longo prazo”. A empresa diz esperar “sair desse processo com um investimento significativo de capital, incluindo os novos US$ 950 milhões em financiamento DIP, posicionando-a para expandir sua posição como Companhia aérea líder na América Latina”.
A empresa afirma que “irá honrar compromissos com parceiros comerciais e fornecedores pelos bens e serviços fornecidos no dia ou depois da data do pedido de Chapter 11”.
Também diz que “planeja honrar todas as obrigações com clientes, incluindo reembolsos de passagens, cupons de viagem e pagamentos ou crédito associados a reclamações de bagagem ou serviços, em conformidade com políticas da empresa em vigor”.